Muito Horrorshow!
Cinco jovens juntam palavras e relatam momentos de nossas vidas que são assim: Muito Horrorshow!

djj
por B. Soraggi

IBIZA, Espanha – Francês radicado na Espanha, o DJ Pascal Claimond é a nova sensação do verão espanhol. Não pelas combinações inusitadas de músicas aparentemente discrepantes, mas pelo fato de ele utilizar os pés ao invés das mãos para mixar músicas.

DJ desde 1989, quando largou a faculdade de Direito para tocar para os amigos, Pascal nasceu sem os membros superiores em razão de uma má formação fetal causada pela ingestão de medicamentos durante a gestação da mãe. Apesar de já ter feito shows pela Europa, China e Estados Unidos, sua fama começou a crescer após sua vida ter sido contada pelo documentário chamado ‘Heróis’. Tanto que em 2009 foi escolhido por publicações espanholas um dos melhores DJs locais do verão.

Enquanto isso, o também DJ George Baker, que possui ambas as mãos, resolveu enchê-las de carne de primeira durante partida do torneio US Open. Não muito atento à quem raquetava as bolas de um lado ao outro, preocupou-se mesmo em apalpar as nádegas da atriz, ou melhor, ex-mulher de Jude Law, Sienna Miller. Smash!

Clique aqui para ver todas as fotos.

sienaedj


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suzana
por B. Soraggi

DETROID, MI – A polícia prendeu nesta terça-feira o homem acusado de ter roubado o carro da atriz brasileira Suzana Vieira no primeiro encontro amoroso de ambos, em abril deste ano. De acordo com informações da polícia, naquela ocasião Terrance Dejuan McCoy, de 23 anos, pediu as chaves do veículo da celebridade afirmando que havia deixado a carteira no porta luvas. Nunca mais voltou.

O jovem foi identificado por uma foto que enviou ao celular de Suzana quando esta ainda era inscrita no serviço de relacionamento ‘Youngbloods’. “Foi sorte eu ter pedido a imagem dele. Afinal eu não ia sair com caras que tem mais de 40, né? Olhe bem para mim”, explica. “Nós havíamos nos conhecido duas semanas antes, em um cassino em Detroid. Era o único rapaz que se aproximava do 1/3 da minha idade, portando minha única escolha para namorar”, lembra a Senhora do Destino.

Indiciado, Terrance pode ser condenado a até cinco anos de prisão. Questionado sobre o motivo que o levara a fugir sem mesmo pagar a conta, o rapaz respondeu com outra indagação: “nós estávamos bem no começo, mas aí eu percebi que ela só falava dela. E alguém por acaso gostaria de ouvir Suzana Vieira contar a história de seus 300 sapatos?”.


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dog01
por B. Soraggi

PASSADENA, CA – Teve lugar em Orange County, Califórnia, a ‘3ª Competição de Verão de Tosa em Poodle de O.C.’. Comumente realizada na Primavera – mas adiada no primeiro semestre deste ano em razão da crise econômica mundial -, a competição premiou os melhores ‘bonsais de Poodle’, como é conhecida a prática que virou moda. O vencedor levou o prêmio de US$ 100 mil dólares, o segundo lugar ficou com US$ 50 mil e o terceiro U$ 30 mil. Como é de praxe desde a idealização do evento, o dinheiro foi doado a uma associação humanitária escolhida pelas donas dos cães contemplados. O total de US$ 180 mil de bônus pago na edição de 2009 foi, então, enviado à ‘Associação para as mulheres de cônsules a serviço em países subdesenvolvidos’.

A exposição foi seguida de um coquetel organizado pela empresa ‘Buffet del Mare Rosso’, de Kate D.M.S. Trumpy, e contou com a presença de empresários, mulheres ricas e amantes, além de Al Gore. Veja as fotos dos animais que ocuparam as quatro primeiras posições.

4ª colocação
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O Poodle de Liz quase passou desapercebido frente este lindo pavão.

3ª colocação
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Se pandas estão em extinção, não é por causa de Martha. Chamem WWF!

2a colocação
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O pirata mais querido do cinema ancorou-se pelos mares de Orange County! Hippie, hippie, ‘au’!

1a colocação

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O trabalho mais impressionante de todos. Quase se assemelha a um ser humano… Belo exemplar da versatilidade do Poodle de nome Chatteau mantido por Chris.


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lucas
por B. Soraggi

Lucas Brito da Silva tem 24 anos, é radialista, cerimonialista, promoter, ator, cantor, colunista social, artista, bissexual… E com certeza quer chamar a sua atenção. Confira a entrevista exclusiva que ele concedeu ao nosso repórter.

Você provavelmente não o conhece, mas ele com certeza quer a sua atenção. Nem que para ganhá-la tenha que posar vestido com uma máscara médica para um ensaio “sensual” em alusão à gripe suína e postar as fotos em seu blog que funciona como uma espécie de coluna social de sua pequena cidade, o município de Luzilândia (PI), com aproximadamente 25 mil habitantes. Seu nome é Lucas Brito da Silva, tem 24 anos e é radialista, cerimonialista, promoter, ator, cantor, colunista social, artista, bissexual… Ou, como ele próprio se descreve, uma pessoa “multiuso”.

“Sou um Showman. Um misto de funções. Um clamor!”, esclarece. Isso talvez explique a alcunha com a qual fora (auto) batizado: Lucas Celebridade. “Todo artista tem sua marca registrada, e eu quero causar impacto. Para isso criei essa logomarca”, afirma. “Não vou perder as estribeiras para ganhar foco. Quero ganhar fama com o conteúdo que tenho, com a envergadura que ostento”, esclarece. Se dependesse apenas dele, toda essa capacidade já seria nacionalmente conhecida desde 2003, ano no qual tentou pela primeira vez participar do Big Brother Brasil. “A Sabrina seria uma competidora de peso, mas eu ofusco qualquer um. Ela é linda, sou fã dela, mas Lucas é Lucas!”, constata. Também aceitaria participar do atual reality show ‘A Fazenda’, da Rede Record por “ter aspirações rurais”.

Mas enquanto a fama em rede nacional não chega, Lucas investe no que o alçou ao status de celebridade revelada pela internet: seus ensaios sensuais.
Recentemente, o tema que o inspirou a provocar a “libido de milhares de pessoas” foi a vestimenta típica portuguesa. A escolha se deu pelo fato de o radialista estudar Português no curso de Letras da Universidade Estadual do Piauí. Esse, no entanto, é o sexto trabalho do gênero. Antes dele, Lucas já havia posado para as câmeras em trajes esportivos, usando a já citada máscara antigripe suína e comendo carambola - sendo esse último sua sequência de debute.

Quer mais? Senhoras e senhores, Lucas Celebridade:

B. Soraggi - Por que decidiu criar o seu blog?
Lucas Celebridade – Aqui em Luzilândia precisava de uma página de eventos e informações gerais, daí criei. Hoje, é um clamor não só local, mas também nacional.

B. Soraggi – De onde veio a ideia de fazer ensaios sensuais?
Lucas Celebridade –
Minha sensualidade mexe com a libido de milhares de pessoas. Sou outro tipo de conceito no que se refere a ensaios. No Brasil tudo está igual nesse quesito. Se eu fosse posar para uma revista, faria algo para polemizar.

B. Soraggi - Qual é, afinal, o seu trabalho?
Lucas Celebridade –
Ator: atuando há dois anos na “Paixão de Cristo” que acontece nas tradicionais semanas santas. Fiz Pilatos e Simão de Sirene, em 2008, e Hedores, em 2009. Também participei da peça “Capitu” encenada na Universidade Estadual do Piauí. Radialista há sete anos, passando por três emissoras: Cidade FM 103,9 e Alternativa FM 99.9, já extintas, e, atualmente, na Digital FM 98.5. Promoter: realizei festas como “A noite das celebridades”, em 2003, “O beijo do vampiro”, em 2008, e organizei a 1º dança Árabe Luzilandense, em 2004.. Cerimonialista: apresentei centenas de eventos, dentre eles formaturas, casamentos, festas de debutantes e eventos em geral. Colunista Social: escrevo para os sites www.luzilandia.com e www.ai5piaui.com.

B. Soraggi – Como você se define?
Lucas Celebridade –
Um artista, um showman, que precisa de oportunidades.

B. Soraggi – Você se considera famoso/celebridade?
Lucas Celebridade –
Sim, porém preciso de mais foco e de algo que faça com que eu exploda midiaticamente falando

B. Soraggi – Quem o batizou como Lucas Celebridade?
Lucas Celebridade –
Eu mesmo. Sabe, todo artista tem sua marca registrada, e eu quero causar impacto, para isso tenho que criar uma logomarca.

B. Soraggi – Desde quantos anos você resolveu ser famoso?
Lucas Celebridade –
Cresci vendo a Xuxa e a Tatyane Goulart interpretando a Bia, em Felicidade, junto com o Eduardo Caldas. Daí então veio meu anseio de interpretar. Eu sempre brincava de ficar no beco de minha casa apresentando programas de televisão olhando para o espelho.

B. Soraggi - Qual é o seu maior sonho?
Lucas Celebridade –
Participar de um reality show, ter um programa de TV, ou trabalhar num programa de comédia, mesmo que em quadros ou coisa do gênero. Tento participar do Big Brother Brasil desde a terceira edição, que foi quando eu completei 18 anos. Também adoraria participar de A Fazenda, da Record. Acho esse programa magnífico, pois tenho aspirações rurais. Minha cidade é em meio à natureza, então sei cuidar do rural da fazenda.

B. Soraggi – A edição de 2003 teve a participação da Sabrina Sato e do Dhomini, que eram competidores fortes. Você acha que conseguiria vencê-los?
Lucas Celebridade –
Claro! A Sabrina foi eliminada com 60% dos votos. Ela não era de ferro. Linda ela é, sou fã, mas Lucas é Lucas. Eu ofusco qualquer um.

B. Soraggi – O que você acha da Stefhany, sua conterrânea cantora de ‘No meu Crossfox’?
Lucas Celebridade –
Uma diva. Sua voz melodiosa consegue encantar a todos. Sempre toco as músicas dela no meu programa, porém acho que ela precisa divulgar mais o Piauí, falando sempre no Estado, pois nas poucas aparições que tive na mídia sempre destaco minha cidade e o meu Piauizão.

B. Soraggi - O que você faria para alcançar a fama?
Lucas Celebridade –
Bom, não vou perder as estribeiras para ganhar foco, quero ganhar fama com o conteúdo que tenho, com a envergadura que ostento.

B. Soraggi – O que é, aliás, a fama para você? Muito dinheiro, respeito, inveja… O que?
Lucas Celebridade –
Fama é tudo isso que você colocou. Faz parte! Porém eu quero ser muito famoso e conhecido sem puxar tapete de ninguém.

B. Soraggi – O que sua família acha de sua exposição na mídia?
Lucas Celebridade –
Eles gostam de tudo o que faço, me apoiam sim.

B. Soraggi – Tem namorada?
Lucas Celebridade –
Sou bissexual e lembro que perdi uma namorada por causa do meu primeiro ensaio. Eu e ela namorávamos escondidos e quando estourou na mídia nacional as fotos do meu ensaio da carambola, ela me ligou e pediu que eu esquecesse até o nome dela. Depois de algum tempo estava iniciando um namoro quando fiz o ensaio da gripe. Quando ele viu, ele disse para eu ir plantar batata.

B. Soraggi – Se acha bonito?
Lucas Celebridade –
Sim.

B. Soraggi – Acha que sua beleza vai ajudar na sua carreira?
Lucas Celebridade –
É um passo, mas como já falei, o conteúdo que tenho a explicitar é meu ponto forte e é muito mais que um rostinho bonito na tv. Sei mostrar trabalho.

B. Soraggi – Qual é, aliás, o plano para sua carreira? Onde pretende chegar?
Lucas Celebridade –
Pretendo, assim que me formar, ir nas televisões paulistas e cariocas pedir oportunidades. Não terei vergonha disso, mas se aparecer antecipadamente essas portas abertas eu irei sem nem pensar duas vezes.

B. Soraggi– Você se acha ‘exibido’? Acha que quer aparecer de mais?
Lucas Celebridade –
Sim, mas gosto de me exibir não para ser mais do que as pessoas, mas para sustentar meu ego, que se alimenta disso.

B. Soraggi – Acha que para alcançar a fama vale tudo?
Lucas Celebridade –
Muita coisa, menos roubar e matar.

B. Soraggi – Você acha que as pessoas te levam a sério?
Lucas Celebridade –
Uns sim. Outros levam para o lado ridículo. Essa relatividade é normal. Eu sou feliz!

B. Soraggi - E você?
Lucas Celebridade –
Sim! Sou radialista há sete anos, isso significa que tenho uma história de luta.

Veja todos os ensaios sensuais de Lucas Celebridade

E você, já conhecia o conhecia? O que achou? Deixe um comentário!

Essa reportagem também foi publicada no IG Jovem, clique aqui para acessar!


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tecnico
por B. Soraggi

SÃO PAULO – Eles já são chamados de professores, recebem altos salários de suas escolas e falam tantos idiomas que acabam por misturá-los, transformando-os em tratados de uma nova linguagem híbrida e mostrando que a moda lançada em Babel é ‘so before Christ’. Não, eles não são Matias, Robby e Renan, do cursinho pré-vestibular Anglo Sergipe, nem Robert Langdon, o famoso simbologista que se parece com Tom Hanks. São treinadores de futebol que já conquistaram diversos títulos pelos clubes nos quais trabalharam. Ao procurarem por emprego no futuro, no entanto, tais profissionais não mais poderão se apoiar nas glórias nos gramados. Seguindo orientação da Fifa, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já iniciou o trabalho para a regulamentação desta profissão. Ou seja: técnicos de futebol agora precisarão de diploma para ter licença de trabalho. Jornalistas, não.

A explicação para esta diferenciação é, de acordo com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, “óbvia”. “Ninguém mais lê jornal. Quando lêem, o fazem apenas na parte de esporte. Sem contar que para escrever em algum veículo atualmente não é preciso diploma nem se basear em provas concretas, basta a invenção de ‘dossiês da Ditadura’. Já para fazer o Bill do Corinthians começar a jogar… Só com pós-graduação”, explica.

Outro motivo para a mudança na legislação futebolística é o aumento de qualidade do serviço prestado ao torcedor. “Ele tem o direito de ver em campo o melhor futebol possível, afinal está pagando. Com treinadores comprovadamente qualificados no meio acadêmico, que muito tem influído no futebol desde o início dos tempos, isso não será um privilégio de alguns adeptos, mas de todos. Todas as equipes serão preparadas por profissionais que não estarão mais preocupados em apenas montar um esquema tático e objetivar o gol, pois terão estudado psicologia e preferirão analisar a partida. E todos sabem da importância que Freud pode exercer em um Robinho, por exemplo, já que, inconscientemente, ele deve achar que joga bem, mas não o faz”, afirma Ricardo Teixeira.

Mudança de hábito

No Brasil há 180 milhões de técnicos de futebol. Ainda que clichê, tal constatação tem sua veracidade comprovada em qualquer botequim em ‘happy-hours’ após o serviço ou durante as tardes de fim de semana nas quais amigos se reúnem para falar mal de seus empregos, filhos e esposas – e times, no caso dos corintianos. Lá são comuns as hipotéticas substituições no plantel, contratações milionárias e esquemas táticos montados por barrigudos e corneteiros pais de família alcoolizados.

Isso, a partir da nova regra da CBF, mudará. Assim como a lei anti-fumo, que entrou em vigor em São Paulo na última sexta-feira, proíbe a utilização de cigarros em espaços fechados públicos, comentar sobre o que acontece nas quatro linhas será considerado ilegal para os que não possuírem o certificado emitido por uma universidade. “Só entende de futebol quem freqüentou as aulas. Por isso, agora só poderá comentar sobre o esporte e suas alterações/novidades quem for devidamente qualificado”, explica Teixeira. Com isso, o Brasil passará, então, a ter 180 milhões de jornalistas. E três jornais.

A mudança originada por esta regra já pode ser percebida nos principais bares da região da Vila Madalena, reduto boêmio da cidade de São Paulo. A redação do JG enviou repórteres aos principais estabelecimentos no sábado, antes do início da rodada do Campeonato Brasileiro de futebol, e notou que em algumas mesas a conversa já não girava mais em torno do futebol, mas sim do Jornalismo, prática agora permitida para qualquer pessoa que saiba que o ‘a’ vem antes do ‘b’ no alfabeto e que consiga colocar consoantes e vogais em ordens tais que criarão palavras.

“Eu acho que o Luiz Frias [presidente da Folha de S.Paulo] está bobeando em não convocar a Vanessa Bárbara, que escreve atualmente pelo Estadão, para o expediente da Folha. Essa menina é nova, tem talento e sabe escrever tanto no ataque quanto na defesa. Sem contar que estreou bem, já tem até livro publicado…”, dizia um homem de 28 anos que preferiu não se identificar.

Em outro grupo de amigos, a discussão girava em torno do septuagenário Alberto Dines, um dos ícones da imprensa brasileira. “Eu chamaria alguém experiente, para dar maior apoio e consciência ao expediente. Eu contrataria Alberto Dines para o ataque com certeza!”, argumentava Marcos Ribeiro, 31, antes de ser interrompido por seu colega Miguel Souza, 34. “Nossa, cale a boca, cara. Esse cara já é velho, nem mais sabe o que fazer com um computador!”, disse o último. “Vocês não sabem nada. Na minha redação eu colocaria Paulo Henrique Amorim, que atua pela esquerda, e Diogo Mainardi, pela direita. Isso sim seria um expediente campeão”, terminou o amigo de ambos, Alexandre Romero, 32.

Ainda que não tenha definido datas para que a medida entre em vigor, o órgão pretende que a obrigatoriedade seja implantada em breve. Para isso, já mantém, desde 2008, uma parceria com a PUC de Minas Gerais para montar um curso de treinadores de futebol. Ainda em fase experimental, as aulas serão ministradas em três módulos: para técnicos de crianças, de adolescentes e de jogadores profissionais, cada qual totalizando 320 horas de aulas. As aulas voltadas para times infantis já foram iniciadas em julho. O juvenil está previsto para janeiro de 2010, enquanto o profissional deve começar na metade do ano que vem.


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